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Rosângela Reis defende campanha do Outubro Rosa

Rosângela Reis defende campanha do Outubro Rosa

A deputada estadual Rosângela Reis, membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, aderiu à campanha Outubro Rosa. A ação de conscientização sobre o câncer de mama e o câncer de colo de útero é realizada no Brasil desde 2002.

Neste mês, diversos pontos turísticos, prédios públicos, pontes, teatros, entre outros, imóveis ficarão com a iluminação rosa. A adoção da iluminação rosa é uma forma prática para que a campanha tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

Durante o mês de outubro, o prédio da ALMG, em Belo Horizonte, ficará iluminado de rosa. Foto: Sarah Torres

Durante todo o mês, prédios públicos em todo o país ficarão iluminados de rosa. Foto: Sarah Torres

Histórico Outubro Rosa

O movimento teve início nos Estados Unidos na década de 1990 com ações isoladas e depois foram propagadas em todo o mundo. A primeira iniciativa no Brasil aconteceu em São Paulo, no dia 02 de Outubro de 2002 quando o Obelisco de Ibirapuera foi iluminado e ficou totalmente rosa. No entanto, o movimento só ganhou força no país a partir de 2008, por iniciativa da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).

Segundo o Instituto Neo Mama, o nome da campanha: “Outubro Rosa”, remete à cor de um laço que simboliza, a luta contra o câncer de mama e câncer de colo de útero, estimulando a participação da sociedade civil, empresas e entidades.

 Câncer de Mama

Segundo a Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais, a cada 100 mil mulheres mineiras, quase 50 tem a doença. A taxa de mortalidade feminina por câncer de mama em Minas, segundo dados do INCA, em 2013 foi de 11,37 óbitos para cada 100 mil mulheres. Os exames preventivos são fundamentais no combate dessas doenças. A campanha visa justamente a divulgação das causas, diagnóstico, formas de tratamento e prevenção.

A mamografia é o exame essencial na detecção precoce da doença. Mulheres com idades entre 40 e 69 anos devem fazer o exame. Lembrando que é simples e fácil, uma vez que é gratuito e pode ser realizado em uma Unidade Básica de Saúde ou nos Centros de Viva Vida de Referência Secundária.

Sintomas

A principal manifestação do câncer pode ser diagnosticado pela própria mulher. Com as mãos, deve-se observar a presença de um nódulo fixo e geralmente indolor. Em 90% dos casos de câncer de mama este nódulo estará presente. Além do nódulo, outros sintomas podem aparecer como: pele avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito(mamilo) além da saída de um líquido anormal das mamas.

Prevenção

A alimentação saudável, com verduras, legumes, frutas, proteínas, carboidratos, cereais, além da ingestão de muito líquido é essencial para evitar a doença. A prática de exercícios físicos além do controle do peso e consumo de álcool, podem evitar o início do câncer.

Tratamento

De acordo com o Ministério da Saúde, as formas de tratamento variam de acordo com estadiamento do câncer. Os mais conhecidos são: quimioterapia (uso de medicamentos para matar as células malignas), radioterapia (radiação), hormonoterapia (medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos) e cirurgia que pode incluir a remoção do tumor ou mastectomia (retirada completa da mama). É importante ressaltar que todo o tratamento é oferecido pelo Sistema Único de Saúde.

 Câncer do Colo de Útero

O câncer do colo do útero, também chamado de cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV). Segundo o INCA, este é o terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colorretal. Para piorar, o câncer de colo de útero é uma das maiores causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

Causas

A principal causa é a infecção por alguns tipos de vírus conhecidos como HPV – Papiloma Vírus Humano. Fatores como o início precoce da atividade sexual, a diversidade de parceiros, o fumo e a má higiene íntima podem facilitar a infecção.

Sintomas

Ao contrário do câncer de mama, dificilmente o de colo de útero será diagnosticado pela própria mulher. Os exames de prevenção devem ser feitos de forma rotineira. Os sintomas normalmente são apresentados somente no estágio avançado da doença, podendo ocasionar sangramento vaginal e dor pélvica.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com o estágio no qual se encontra a doença. Outros fatores que podem influenciar na decisão do tratamento, incluem a localização do tumor, o tipo de doença, idade da paciente, condição física geral e se a paciente deseja ter filhos. Na maioria dos casos, o útero deve ser retirado, incluindo colo, corpo as trompas e os dois ovários.

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