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Reunião define construção do Posto Médico Legal da Polícia Civil em Ipatinga

Reunião define construção do Posto Médico Legal da Polícia Civil em Ipatinga

Mais um passo foi dado para a construção do Posto Médico Legal (PML) da Polícia Civil em Ipatinga na manhã desta terça-feira (30). Durante uma reunião na sede do 12º Departamento de Polícia Civil, entre delegados da corporação e a deputada estadual Rosângela Reis, foram acertados os detalhes para a atuação do grupo visando o início das obras.

Segundo Rosângela Reis, neste momento é importante agilizar o trâmite da documentação do terreno. O local escolhido fica na divisa entre Ipatinga e Santana do Paraíso, próximo ao bairro Distrito Industrial. Atualmente a área pertence ao município de Ipatinga e será doada ao Estado de Minas Gerais. Também começarão os estudos para a contratação de mão de obra e empenho na mobilização de outros órgãos e participaram do processo.

O orçamento inicial é de R$ 300 mil. No entanto, será necessário uma atualização nas planilhas de valores para a construção do prédio, o que deve elevar o custo do Posto Médico Legal. Todo o recursos para o investimento serão provenientes de emenda parlamentar da deputada Rosângela Reis, aprovada no orçamento do Estado, com a rubrica necessária para a obra. A previsão é que em junho deste ano seja iniciada a construção.

Além da deputada Rosângela Reis, participaram da reunião o chefe do 12º Departamento de Polícia Civil, delegado Gilberto Simão de Melo, e o delegado Regional de Ipatinga, Helton Cota.

“A Polícia Civil precisa de uma melhor infraestrutura e este prédio vai dar melhores condições para eles desempenharem um bom trabalho. O posto é uma necessidade antiga e estamos no empenhando há muito tempo para conseguir viabilizar essa obra. Indicamos e conseguimos aprovar emenda para garantir os recursos necessários”, afirmou a deputada Rosângela Reis.

Com a construção do Posto, mais de 500 mil pessoas de 16 cidades que compõem a área de atuação da 1ª Delegacia Regional serão beneficiadas. O objetivo é dar melhores condições de trabalho e de investigação aos policiais civis na resolução de crimes como, por exemplo, homicídios, além de dar mais dignidade no atendimento de vítimas de estupro, entre outros.

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