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Resíduos recicláveis são 56% do total produzido na Casa

A Assembleia produz semanalmente mais de uma tonelada e meia de resíduos potencialmente recicláveis. Isso corresponde a 56% do total, sendo o restante (44%), de resíduos não recicláveis. É o que apurou o Diagnóstico Quantitativo e Qualitativo dos Resíduos Sólidos da ALMG, realizado como parte da ação Gestão de Resíduos e Consumo Consciente do projeto estratégico Assembleia Sustentável. Em uma semana, entre 8 e 12 de novembro, foram coletadas 2,8 toneladas de resíduo na Casa, para a realização do diagnóstico.

“Já imaginávamos que o papel apareceria em bem maior proporção, mas agora sabemos ainda a contribuição de cada tipo de papel no lixo produzido na Casa e ainda vimos que muito material reciclável tem sido misturado com outros em lixo comum. A partir de agora, os agentes de sustentabilidade indicados por cada setor vão ficar vigilantes para que todos adotemos uma postura mais consciente em relação ao consumo e despejo”, explica a deputada Rosângela Reis (PV), que participou da seleção e avaliação do lixo no primeiro dia de atividades (foto).

Entre as ações de consumo consciente e gestão de resíduos que começam a ser adotadas estão a redução do uso de papel A4, copos descartáveis, água, energia elétrica e aumento do envio de resíduos para a reciclagem.

Para a realização do Diagnóstico Quantitativo e Qualitativo dos Resíduos Sólidos da ALMG, foram coletados os resíduos do Palácio da Inconfidência, do Edifício Tiradentes e dos dois anexos (Escola do Legislativo e Gerência Geral de Suporte Logístico), totalizando 2 toneladas e 844 quilos. O trabalho de caracterização e pesagem, voltado apenas para o material coletado no Palácio da Inconfidência, registrou 975,36 quilos de resíduos potencialmente recicláveis (56%) e 769,90 quilos de não recicláveis (44%). Projetando esses percentuais para os outros prédios, a conclusão é que 1 tonelada e 583 quilos são materiais potencialmente recicláveis. Em um mês, são mais de 6 toneladas e 300 quilos potencialmente recicláveis.

O diagnóstico mostrou que a maior parte dos resíduos gerados na Casa é composta de papel (material reciclável), categoria que foi separada em três partes – papel, que obteve o maior percentual (70%), jornal (28%) e papelão. Na análise quantitativa, detectou-se também que uma grande parte é composta por plástico (33,8 quilos), especialmente copos descartáveis, enquanto a geração de resíduos de metal e vidro foi irrisória.

Já o volume de não recicláveis é formado, na maioria, por resíduos de copa e banheiro. Mas parte dele também é composta por papéis que poderiam ser recicláveis se não tivessem sido contaminados por outros resíduos na própria lixeira. No resíduo de copa, foi encontrado considerável quantidade de metal (latas de refrigerantes) e de plástico (copos descartáveis de água e café e outros recipientes).

 

COLETA SELETIVA

Com a implantação, a partir deste mês, das ações de coleta seletiva e consumo consciente na Casa, dentro do projeto Assembleia Sustentável, espera-se, com o envolvimento dos servidores, reduzir a geração de resíduo total, bem como destinar corretamente o resíduo gerado, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e para a geração de renda das associações de catadores de material reciclável.

O projeto Assembleia Sustentável, que integra o Direcionamento Estratégico Assembleia 2020, tem o objetivo principal de implantar programa permanente de racionalização do uso de recursos naturais e de desenvolvimento de cultura institucional voltada para a sustentabilidade. Visa também exercer papel multiplicador nos legislativos municipais e promover a sensibilização para a mudança de comportamento e a internalização de atitudes ambientalmente corretas.

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