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Deputada Rosângela Reis participa do I Fórum do 3° Setor

Deputada Rosângela Reis participa do I Fórum do 3° Setor

Diversas entidades sociais, de várias cidades, participaram, na tarde desta terça-feira (15), do I Fórum Regional do 3° Setor. O evento foi realizado no teatro João Paulo II, no Centro Universitário do Leste Mineiro (Unileste), em Coronel Fabriciano.

O I Fórum Regional foi uma realização do Serviço Educacional Técnico e Profissional (Sertep) e da Associação Beneficente Ágape (ABA), e contou com o apoio da deputada estadual Rosângela Reis. A pauta central do encontro foram as novas regras do Marco Regulatório da Sociedade Civil (MROSC) e a Gestão Estratégica das Associações.

Representantes das entidades participantes tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas com o advogado e especialista em Direito Público Hugo Carvalho Cassimiro, que explicou os detalhes e esclareceu os principais pontos do Marco Regulatório.

A deputada estadual Rosângela Reis disse que as informações passadas no Fórum são importantes para que as entidades beneficentes e associações possam colocar desenvolver um trabalho melhor, dentro das normas legais. “Esse evento foi pensado como uma ferramenta para que as Instituições possam encontrar meios para a sua sustentabilidade e não deixarem os trabalhos desenvolvidos ficarem pelo do caminho”, ressaltou Rosângela Reis.

O advogado Hugo Cassimiro destacou a importância da realização de eventos como o I Fórum Regional. “O Marco Regulatório alterou as questões de legislação pertinentes às organizações da sociedade civil sobre convênios e termos. Então, é a hora de fomentarmos a discussão sobre essas alterações que afetam a relação entre o governo e entidades”, pontuou Hugo Carvalho.

Para Maristania Nunes, representante da Associação dos Portadores de Insuficiência Renal do Vale do Aço (Apirva), as informações recebidas no Fórum irão agregar bastante ao trabalho desenvolvido pela entidade. “É de grande valor o que aprendemos. Conseguimos tirar dúvidas sobre o Marco Regulatório e, dessa forma, começar a andar de acordo com as exigências solicitadas para a formação de parcerias com o setor público”, concluiu Maristania.

 

 

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