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Ciclo de debates revela dados preocupantes em relação à violência contra a mulher

Ciclo de debates revela dados preocupantes em relação à violência contra a mulher

A presidente da Comissão Extraordinária das Mulheres, deputada Rosângela Reis, abriu o Ciclo de Debates do Dia Internacional da Mulher, que tem como tema:” mulheres contra violência, autonomia, reconhecimento e participação.”

O Ciclo de Debates foi realizado no plenário da Assembleia Legislativa, com ampla participação de membros da sociedade civil, deputadas, do professor da Faculdade Latino-Americana, Júlio Jacob, e também da representante do Coletivo Negras Ativas, Vanessa Beco. A deputada Rosângela Reis revelou a importância do evento e também da Proposta de Emenda à Constituição 16/2015 que está em tramitação na casa.

PEC esta que assegura, na composição da Mesa da Assembleia Legislativa, no mínimo uma vaga para cada sexo: “considero a PEC 16/2015, de extrema importância para que possamos ter pelo menos uma mulher na mesa. Este é um trabalho que é feito para minimizar essa diferença que existe nesta casa enter homens e mulheres. É apenas um começo, um início para diminuir essa disparidade!”, opinou, Rosângela Reis.

Já o professor Júlio Jacob, que foi responsável pelo estudo do Mapa da Violência, identificou e revelou os diversos problemas sociais enfrentados no Brasil. Segundo ele, há uma carnificina no Brasil, com dados inaceitáveis: “A epidemia de dengue não mata um décimo do que mata a violência. Mas não há a mesma mobilização e nem orçamento para conter isso”,explica.

O professor destacou também o levantamento de homicídios em Minas Gerais após a sanção da Lei Maria da Penha.Segundo Jacob, a região Sudeste, registrou quedas de mortalidade superior a 10% , enquanto em Minas, a taxa subiu quase 6% entre 2006 e 2013. (CLIQUE AQUI LINK PARA CONHECER O MAPA DA VIOLÊNCIA)

Entretanto, o professor revelou uma boa notícia. A capital do estado, Belo Horizonte, registrou quedas históricas, devido principalmente a políticas de conscientização e também às ações implantadas por órgãos competentes como o Ministério Público, Polícia Civil, Tribunal de Justiça e também Tribunal Regional Eeleitoral.

A representante do Coletivo Negras Ativas, Vanessa beco, abordou o tema violência racial e listou pontos de atenção, citando a violência institucionalizada.

Antes do encerramento, os convidados puderam esclarecer dúvidas que foram respondidas pelos debatedores. A deputada Rosângela Reis, finalizou destacando também a importância do debate e das causas defendidas pela Comissão Extraordinária das Mulheres: “o objetivo da comissão é trazer maior eficácia nas políticas, evitando a continuidade das agressões contra as mulheres e também para diminuir a disparidade na política. Estaremos atentas a todos os pedidos e também para auxiliar não só as mulheres na política, às vítimas de violência, mas também a área da saúde da mulher e à mulher do campo”, finaliza.

 

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