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APAC de Inhapim recebe novos computadores

APAC de Inhapim recebe novos computadores


A Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Inhapim recebeu um importante reforço para o trabalho desenvolvido pela Instituição. A entidade recebeu, na última sexta-feira (06), das mãos da deputada estadual Rosângela Reis, três novos computadores.

Os novos equipamentos serão utilizados para o trabalho administrativo da Apac. Segundo o presidente da unidade prisional, Sílvio César Teixeira de Oliveira, os computadores chegam em um momento oportuno.

“Estes computadores auxiliarão bastante no trabalho desenvolvido por nós, já que os antigos estavam começando a apresentar constantes problemas”, afirmou Sílvio.

Atualmente a Apac de Inhapim conta com 44 recuperandos, entre regimes semiaberto e fechado. No local, os internos realizam atividades laborais como forma de pagamento da pena. A Apac também possuí uma escola de ensino básico para que os detentos possam concluir o ensino fundamental.

A deputada Rosângela Reis destacou o trabalho desenvolvido pela Apac e a importância para a reintegração social dessas pessoas. “O trabalho desenvolvido pelas Apacs é exemplar e contribui para que ocorra a ressocialização do condenado. E o trabalho feito pelo presidente Sílvio e sua equipe é referência”, finalizou a deputada.

O que é a Apac?

As Associações de Proteção e Assistência a Condenados (Apacs) são entidades civis de direito Privado, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, dedicada à recuperação e reintegração social dos condenados às penas privativas de liberdade.

Na Apac, diferentemente do sistema carcerário comum, os próprios presos são corresponsáveis pela sua recuperação, tendo assistência espiritual, social, médica, psicológica e jurídica prestada por voluntários da comunidade. Os presos têm acesso a cursos supletivos, profissionalizantes, técnicos e alguns casos de graduação, oficinas de arte, laborterapia e outras atividades que contribuem para a reinserção social.

Algumas condições devem ser observadas: o preso deve manifestar, por escrito, o interesse de ser transferido e deve firmar o propósito de ajustar-se às regras do Centro de Reintegração Social após a sua transferência. Também é necessário ter vínculos familiares e sociais na comarca, comprovados no curso do processo ou através de sindicância realizada pelo serviço social judicial e, na falta desse, pelos oficiais de justiça do juízo.

 

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